Micro e pequenas empresas geraram 63,8% dos empregos formais em janeiro

A expansão foi puxada principalmente pelos setores de Construção e Serviços.

Postado quinta-feira 05/03/2026 por Redação

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Micro e pequenas empresas geraram 63,8% dos empregos formais em janeiro
Micro e pequenas empresas geraram 63,8% dos empregos formais em janeiro


 O Comércio teve saldo negativo. A CACB defende atualização da tabela do Simples Nacional para dinamizar a economia

 


Em janeiro de 2026, as micro e pequenas empresas tiveram um saldo positivo de 71.732 empregos formais na relação admissão e demissão. O número representa 63,8% do total de vagas com carteira de trabalho criadas no mês, que foi de 112.334.

 

 


A expansão foi puxada principalmente pelo setor da Construção, que gerou 36.337 postos de trabalhos formais e os Serviços, que teve um adicional de 30.064 postos. Por outro lado, o Comércio teve saldo negativo de 29.935. Os dados foram tabulados pelo Sebrae a partir do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

 


As regiões que mais criaram empregos formais nas micro e pequenas empresas foram Sudeste, com 414 mil, e Nordeste, 287 mil. Dos postos criados, os homens ocuparam 572 mil e as mulheres, 458 mil. Os dados estão no site do Data Sebrae: Painel CAGED – DataSebrae.

 


Na avaliação da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o cenário da geração de empregos no Brasil pode melhorar se a tabela de enquadramento no Simples Nacional, sem correção desde 2018, for atualizada.

 


O presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, defende a revisão das regras, com reajuste do teto e a ampliação das possibilidades de contratação. “Essas medidas fortalecem o empreendedorismo, incentivam a formalização e ampliam a geração de empregos no país”, ressalta.

 


A CACB reivindica uma correção de 83% para cada uma das faixas do Simples Nacional, que beneficia cerca de 23 milhões de empreendedores. Com a atualização, o teto anual do MEI passa de R$ 81 mil para R$ 144.913,00, com permissão para contratação de até dois empregados, o das microempresas sobe de R$ 360 mil para R$ 869 mil, e das empresas de pequeno porte de R$ 4,8 milhões para R$ 8,7 milhões.


A expansão foi puxada principalmente pelos setores de Construção e Serviços. O Comércio teve saldo negativo. A CACB defende atualização da tabela do Simples Nacional para dinamizar a economia
Em janeiro de 2026, as micro e pequenas empresas tiveram um saldo positivo de 71.732 empregos formais na relação admissão e demissão. O número representa 63,8% do total de vagas com carteira de trabalho criadas no mês, que foi de 112.334.

 


A expansão foi puxada principalmente pelo setor da Construção, que gerou 36.337 postos de trabalhos formais e os Serviços, que teve um adicional de 30.064 postos. Por outro lado, o Comércio teve saldo negativo de 29.935. Os dados foram tabulados pelo Sebrae a partir do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.

 


As regiões que mais criaram empregos formais nas micro e pequenas empresas foram Sudeste, com 414 mil, e Nordeste, 287 mil. Dos postos criados, os homens ocuparam 572 mil e as mulheres, 458 mil. Os dados estão no site do Data Sebrae: Painel CAGED – DataSebrae.

 


Na avaliação da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o cenário da geração de empregos no Brasil pode melhorar se a tabela de enquadramento no Simples Nacional, sem correção desde 2018, for atualizada.

 


O presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, defende a revisão das regras, com reajuste do teto e a ampliação das possibilidades de contratação. “Essas medidas fortalecem o empreendedorismo, incentivam a formalização e ampliam a geração de empregos no país”, ressalta.

 


A CACB reivindica uma correção de 83% para cada uma das faixas do Simples Nacional, que beneficia cerca de 23 milhões de empreendedores. Com a atualização, o teto anual do MEI passa de R$ 81 mil para R$ 144.913,00, com permissão para contratação de até dois empregados, o das microempresas sobe de R$ 360 mil para R$ 869 mil, e das empresas de pequeno porte de R$ 4,8 milhões para R$ 8,7 milhões.

 


A expansão foi puxada principalmente pelos setores de Construção e Serviços. O Comércio teve saldo negativo. A CACB defende atualização da tabela do Simples Nacional para dinamizar a economia
Em janeiro de 2026, as micro e pequenas empresas tiveram um saldo positivo de 71.732 empregos formais na relação admissão e demissão. O número representa 63,8% do total de vagas com carteira de trabalho criadas no mês, que foi de 112.334.

 


A expansão foi puxada principalmente pelo setor da Construção, que gerou 36.337 postos de trabalhos formais e os Serviços, que teve um adicional de 30.064 postos. Por outro lado, o Comércio teve saldo negativo de 29.935. Os dados foram tabulados pelo Sebrae a partir do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.

 


As regiões que mais criaram empregos formais nas micro e pequenas empresas foram Sudeste, com 414 mil, e Nordeste, 287 mil. Dos postos criados, os homens ocuparam 572 mil e as mulheres, 458 mil. Os dados estão no site do Data Sebrae: Painel CAGED – DataSebrae.

 


Na avaliação da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o cenário da geração de empregos no Brasil pode melhorar se a tabela de enquadramento no Simples Nacional, sem correção desde 2018, for atualizada.

 


O presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, defende a revisão das regras, com reajuste do teto e a ampliação das possibilidades de contratação. “Essas medidas fortalecem o empreendedorismo, incentivam a formalização e ampliam a geração de empregos no país”, ressalta.

 


A CACB reivindica uma correção de 83% para cada uma das faixas do Simples Nacional, que beneficia cerca de 23 milhões de empreendedores. Com a atualização, o teto anual do MEI passa de R$ 81 mil para R$ 144.913,00, com permissão para contratação de até dois empregados, o das microempresas sobe de R$ 360 mil para R$ 869 mil, e das empresas de pequeno porte de R$ 4,8 milhões para R$ 8,7 milhões.

 

Texto:  CACB 

Imagem: divulgação

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