Indústria e varejo de móveis recuaram no início do 2º trimestre
A indústria brasileira de móveis e colchões iniciou o segundo trimestre de 2026 sob pressão. Em abril, a produção recuou 8,5% em relação a março, para 34,4 milhões de peças, enquanto o consumo aparente caiu 9,5%. No varejo, as vendas também diminuíram, tanto em volume quanto em receita.
Os dados da Conjuntura de Móveis, estudo elaborado pelo IEMI com exclusividade para a ABIMÓVEL, mostram um cenário ainda condicionado pelo custo elevado do crédito, pela demanda mais seletiva e pela cautela nos investimentos.
No comércio exterior, as exportações somaram US$ 67,5 milhões em abril e recuaram para US$ 66,1 milhões em maio, em meio a um ambiente internacional marcado pelo avanço de barreiras e instrumentos de defesa comercial.
Na análise completa, a ABIMÓVEL detalha o desempenho da produção, do consumo, do emprego, do varejo e das exportações, além de apontar fatores fundamentais para uma retomada mais consistente do setor — entre eles, melhores condições de crédito, previsibilidade regulatória,
redução de entraves tributários, estímulos à modernização produtiva e continuidade das ações de defesa e diversificação de mercados.
Texto: Thaís . Imprensa Abimóvel
Imagem: divulgação
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